As angústias que os novos paradigmas da educação onlife trazem a nós, educadores.

 


Quando falamos da nova educação, eu sempre me lembro que o ritmo dos acontecimentos nos ambientes educacionais é diferente. O relógio das escolas conta o tempo mais lentamente.

E quando vejo a aceleração das abordagens, temáticas, técnicas, recursos, tecnologias e teorias, rumo ao futuro, sempre penso que o que está na cabeça dos pensadores, teóricos, profissionais e entusiasta da tecnologia, ainda não tocou aqueles de quem precisamos para que a mágica aconteça: o corpo docente.

Com exceções, a maior parte de professores e coordenadores resistem em aprender novas habilidades e mudar seus approaches.

“- Me deixem ensinar em paz!”

Professores de uma nova geração certamente já estão inseridos naturalmente na educação onlife e, para estes, essas questões não serão problema.

Acontece que, além de ser combativa contra o etarismo, tenho a convicção (pela minha prática) de que professores mais velhos e experientes tem algo a acrescentar na formação dos alunos que os da geração Y e Z não tem. 

Eis o desafio: engajar esses professores na missão de adentrar na nave da educação onlife e ver sentido nisso. Não vejo esse desafio como uma capacitação pontual, vejo sim como um trabalho continuado, constante, de ambientação, tranquilização (muitos tem medo do novo) e inserção na nova educação. Só assim haverá mudança de mentalidade. 


Espero ler e aprender muito sobre o tema.





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